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Top 10 – Dicas de filmes de terror antigos para curtir o Halloween

Quando o Halloween se aproxima, aumenta a vontade de fazer pipoca e assistir filmes de terror bons que sejam capazes de gelar a espinha. O cinema nos presenteou com histórias arrepiantes, muitas vezes baseadas em livros mais assustadores ainda. Stephen King é o mestre do gênero de Terror na literatura, e o cinema conseguiu retratar bem algumas de suas obras. Os anos 70, 80 e 90 tem boas dicas de filmes de terror pra assistir acompanhado (e de luz acesa?).

Vamos ao Top 10 especial de Halloween, com dicas de filmes de terror antigos.

O Iluminado (The Shining, 1980)Trailer
O Iluminado, Jack Nicholson, Cena clássica do cinema
Jack Torrence (Jack Nicholson) é contratado para tomar conta de um hotel no Colorado no período do inverno, quando a temporada de visitas é muito baixa. Jack se muda para o hotel com sua esposa e filho, mas o isolamento o torna um homem instável e perigoso. Para completar o quadro, seu filho começa a ter visões de acontecimentos passados no hotel, em que outras pessoas também tiveram problemas psicológicos por conta da solidão. As melhores cenas de O Iluminado se devem a excelente direção de Stanley Kubrick sob a equipe. O resultado é um filme clássico, que foi fundamentado no livro de Stephen King.

Psicose (Psycho, 1960)Trailer
Psicose, Cena clássica do cinema
Alfred Hitchcock, gênio do cinema, conta em Psicose a história de Marion (Janet Leigh) uma secretária que rouba US$40 mil da imobiliária onde trabalha e durante a fuga acaba se perdendo na estrada. Ao chegar no velho Motel Bates, Marion é atendida por um jovem e tímido rapaz, Norman Bates (Anthony Perkins) que é completamente dominado pela mãe. A história da produção deste filme virou roteiro de cinema e o filme Hitchcock, com Anthony Hopkins no papel principal chega aos cinemas brasileiros em 2013.
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Bonequinha de Luxo: clássico e elegante

Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo

No filme Bonequinha de Luxo, Audrey Hepburn foi imortalizada no papel de Holly Golightly, uma delicada e estabanada garota que vive em Nova York e está decidida a mudar de vida casando-se com um milionário. A personagem foi criada por Truman Capote em sua obra homônima, uma literatura de alta qualidade e extremamente ousada, como é característico do autor.

Holly vive perdida entre a inocência e a ambição, enquanto planeja sua vida tomando cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany’s localizada na Quinta Avenida (que, por sinal, abriu num domingo pela primeira vez em sua história apenas para que as gravações do filme acontecessem). Em um momento, Holly conhece Paul Varjak (George Peppard), um escritor frustrado que é bancado pela amante e começa com ele uma amizade norteada por suas próprias desilusões e sonhos.
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Figurino e direção de arte invejáveis em “Cinderela em Paris”

Audrey Hepburn é daquelas atrizes intocáveis, que se tornam um ícone em seu tempo por um motivo ou outro. No caso de Audrey, sua delicadeza, simpatia e bom gosto marcaram a época da atriz.

Dick Avery (Fred Astaire) é um famoso fotógrafo de moda que trabalha para a Quality Magazine, uma revista feminina de tendências. Durante a sessão de fotos com uma modelo sem graça e sem cérebro, Dick convence a editora da revista, Maggie Prescott (Kay Thompson), de que deve procurar um novo rosto. Dick recomenda Jo Stockton (Audrey Hepburn), a balconista da livraria no Greenwich Village que serviu de cenário para o último ensaio fotográfico.

Jo não apresenta interesse nenhum em trabalhar como modelo, pelo contrário, repudia tudo o que o mundo da moda propõe e cria barreiras filosóficos para não participar do ensaio. Mas Dick, encantado com o charme e a atitude da garota, promete levá-la a Paris para ser fotografada em lindas roupas e, de quebra, ela pode conhecer seu ídolo pensador Emile Flostre (Michel Auclair), pai do empaticismo que Jo acredita e prega. Em solo europeu, Dick e Jo acabam se apaixonando durante os ensaios, oferecendo a Jo uma nova experiência.

Cenas do filme Cinderela em Paris

O filme pode não agradar quem não gosta de musicais, mas sua estética é tão impecável que merece ser visto. A fotografia é estupenda, a direção de arte é fabulosa e o figurino é de dar inveja. Audrey Hepburn está deslumbrante, e emana charme enquanto desfila em frente a câmera usando os modelitos Givenchy. E Fred Astaire brilha. Simpático e dotado de talento único, Fred se solta enquanto dança, e conquista o público com suas coreografias. A sequência das fotografias em frente aos pontos mais famosos de Paris é linda, e deixa o filme muito mais charmoso.

“Cinderela em Paris” passa por altos e baixos em sua história constantemente e torna-se cansativo entre tantas sequências longas de música. Ainda assim, Audrey Hepburn e Fred Astaire interpretam um casal bem interessante e o filme entra para a lista dos clássicos dos anos 50. O filme foi indicado para Oscars de direção de arte, fotografia, roteiro e figurino (incluindo Givenchy). Vale o tempo, com certeza.

Ficha Técnica

Título: Cinderela em Paris (Funny Face)
Diretor: Stanley Donen
Ano: 1957
Gênero: Comédia, Musical, Romance
Duração: 103 minutos

Curiosidade: O personagem de Fred Astaire, Dick Avery, é baseado em Richard Avedon, um dos maiores autores de portraits da história. A maior parte das fotografias retratadas no filme são de Avedon, inclusive o retrato do rosto de Audrey feito no laboratório fotográfico quando ela encontra Dick pela segunda vez.

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Audrey Hepburn e Humphrey Bogart em “Sabrina” (1954)

Audrey vestindo Givenchy“Sabrina” é um filme interessante sobre amor e poder. Sabrina Farchild (Audrey Hepburn) é a filha do chofer da família Larrabee, uma família poderosa que está no comando de uma indústria em evidência. Ela é apaixonada desde pequena por um dos irmãos Larrabee, Dave (William Holden), um playboy incorrigível que passa boa parte do seu tempo cortejando mulheres. O outro irmão, Linus (Humphrey Bogart), é completamente dedicado ao trabalho.

O pai de Sabrina, cansado de vê-la triste, a envia a Paris para fazer um curso de gastronomia e mudar de ares, mas o coração da garota ainda se atém a Dave. Dois anos depois, ela retorna de Paris como uma nova mulher, mais madura, elegante e delicada. Desta forma, Sabrina desperta a atenção de Dave, mas ele está noivo da filha de um poderoso dono de uma indústria – uma manobra de seu irmão para fundir as empresas. A fim e proteger o império, Linus decide passar mais tempo com Sabrina, mas acaba se apaixonando por ela.

Humphrey Bogart e Audrey Hepburn

“Sabrina” conquistou cinco dos doze prêmios a que foi indicado, dentre eles o Oscar de melhor figurino preto e branco e o Globo de Ouro de melhor roteiro. Em 1995, uma refilmagem foi produzida sob o mesmo título, com Harrison Ford, Julia Ormond e Greg Kinnear nos papéis principais.

Ficha Técnica

Título: Sabrina (Sabrina)
Diretor: Billy Wilder
Ano: 1954
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 113 minutos

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