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The Veronicas

The Veronicas é, provavelmente, a melhor referência de pop eletrônico. Original da Austrália, a banda foi formada em 2004 pelas irmãs gêmeas Jessica e Lisa Origliasso.

Em entrevista, certa vez, as meninas explicaram o nome da banda: “Queríamos um nome de garotas, mas não “The Jesses”. Um dia assistimos ao filme Heathers (1988) e há uma cena em que uma das garotas pergunta “Você é a Heather?”, e a personagem de Winona Ryder responde “Não, eu sou uma Veronica”. E seguimos com isso, porque ela era legal, chique e tinha atitude.”

The Veronicas tem dois álbuns de estúdio, o primeiro foi lançado em 2005 e chama-se The Secret Life of…, que vendeu mais de 280 mil cópias. Em 2007, elas retornaram ao estúdio com Hook Me Up, cuja faixa-título foi número um na Austrália.

E é Hook Me Up o vídeo que eu recomendo hoje. Clica aqui pra conhecer.

Ficha Técnica

Nome: The Veronicas
Site: Site Oficial | MySpace
Gênero: Pop Rock, Eletronic
País de Origem: Austrália

Você também pode gostar de:

Crucified Barbara
The Donnas
Cherry Kiss

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Ruby Frost shining in the moonlight

Ruby Frost é, na verdade, Jane de Jong, artista de 22 anos natural da Nova Zelândia. A nova voz representante do indie pop neo zelandês já lançou um EP em 2007, mas retornou com tudo em 2011. Entre suas referências musicais estão Bjork (muito forte!), Yeah Yeah Yeahs, The Knife, etc.

O álbum que vai sair este ano será produzido por Chris Zane, que já trabalhou com os Aesobi Seksu, Mumford & Sons, Passion Pit e os The Walkmen.

O single de estreia Moonlight toma conta do seu corpo e é apaixonante. Numa mistura folk, pop e indie, Ruby encanta com sua voz delicada. Dá um play aí, gente.

Quem me apresentou à essa garota foi o @alxsantos, que viu no blog Off Radar.

Ficha Técnica

Nome: Ruby Frost
Site: MySpace | Twitter
Gênero: Alternative, Indie, Pop
Origem: Nova Zelândia (Auckland)

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Update – 05/03/2011

E hoje, dia 05 de março, a Ruby Frost disponibilizou no Facebook sua nova música: Odyssey. Bem legal, clica ali pra escutar.

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Avril Lavigne e Goodbye Lullaby

Avril Lavigne surgiu quando eu achava que skater-girl-musics eram legais. Fez parte da minha vida por um tempo. Depois, não sei bem porque, deixei de gostar da guria e, honestamente, acho o segundo CD dela muito fraquinho.

Em uma rápida pesquisa no mundo virtual, vi que a loira lançou um novo CD. Na verdade não lançou ainda, mas ele “vazou” na internet, sabe como é. Se você, como eu, se lembrava dela de camiseta básica, bermuda e skate na mão, era uma vez. Se você se lembra dela com saias de tule e maquiagem pesada, era uma vez também. Desde The Best Damn Thing, ela é loira e tem mexas rosadas no cabelo.

Goodbye Lullaby é um CD de menininha, com uma voz mais doce e pop da Avril. Destaque para Everybody Hurts e Not Enough, com violãozinho e olhinhos fechados. Tem uma pegada pop com letras muito legais, daquelas que você escreve no cantinho da agenda, sabe? É, mas também tem aquela música chiclete Alice, do filme Alice in Wonderland, da Disney, que todo mundo adorou menos eu.

Vale apena escutar. E você pode fazer download do CD clicando aqui.

Ficha Técnica

Nome: Avril Lavigne
Site: Site Oficial | MySpace
Gênero: Pop
País de Origem: Canadá

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Qual a minha idade, mais uma vez ?

De início, achei que meu primeiro post por aqui fosse ser relacionado a alguma referência punk, no bom e velho estilo Sid Vicious (Sex Pistols) ou Jello Biafra (Dead Kennedys) de chutar o balde.

Depois pensei que, talvez, fosse alguma história sobre a fase adolescente, com os fones de ouvido a todo volume, descendo algum corrimão qualquer de patins e cantando “What’s My Age Again” do blink-182.

E com a passar dos anos “aborrecentes”, aquela estrofe da banda Junk – Vamo é Comemorá – começa a ter algum sentido: “Mesmo bagunçando a gente aprende e mais tarde a turma vira gente. Vai de gravatinha pro emprego. Começa o desespero“.

Suas noites insones são trocadas por oito horas diárias de trabalho, aquela cerveja tri gelada pela manhã se transformou em um café sem açúcar e o mais próximo que o seu escritório consegue ser da praia que você tinha antes é ter o formato de um aquário, feito de divisórias moduladas.

Você começa a entender que a cena musical não se resume apenas em “stages diving” ou rodas punk no meio do Fórum Social Mundial. Você começa a “ouvir” ao invés de balançar a cabeça. Percebe que em todo estilo musical há uma lição a ser aprendida. Boa ou ruim.

Nem por você nem por ninguém, eu me desfaço dos meus planos. Quero saber bem mais que os meus 20 e poucos anos“, é o que canta Fábio Jr., em Vinte e Poucos Anos, ao mostrar que, apesar da idade e responsabilidades, todos nós temos aquela essência jovem viva dentro de nós que grita por um pouco de liberdade.

Então percebemos que somos um pouquinho “disso” e “daquilo” quando vamos para o trabalho, vestindo nossos jeans, camiseta e All Star. Já podemos dizer que somos responsáveis, que temos obrigações diárias e prazos a serem cumpridos, mas que não deixamos a nossa cerveja de lado, a companhia de nossos amigos e nem o vício incurável que só a música nos oferece.

Sim, essa música que une gerações diversas, sejam elas “X” ou “Y”. Essa força imensurável feita de riffs e acordes. Essa canção que indaga a nossa cabeça ao questionar “I never want to act my age… what’s my age again“.

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